Apresentado por
Altavance Media
Preparado para
Vitória e AnaBanco de leads de arrematantes
Estudo de viabilidade

O dado existe. O volume decide o tamanho.

Vocês trouxeram a ideia do banco de arrematantes. Fui atrás de quatro coisas: se o dado é mesmo público, quanto custa pegar, quantos saem por mês e o que a lei permite fazer com eles. Achei mais do que esperava numa parte e bem menos em outra. Está tudo aqui, sem enfeite.

01O dado é público mesmo

E o detalhe de onde ele está muda tudo, porque quase todo mundo procura no lugar errado.

Onde a maioria procura

No edital do leilão

  • O edital sai antes do leilão acontecer
  • Traz o bem, o lance mínimo e as regras
  • Nessa hora ainda não existe comprador, então não tem nome de arrematante ali
  • Quem para nesse documento conclui que a ideia não funciona
Onde o dado realmente está

No auto de arrematação

  • Sai até 24 horas depois do leilão
  • Assinado pelo comprador, pelo leiloeiro e pelo juiz
  • Publicado no Diário de Justiça com nome completo e CPF
  • Localizei publicações reais assim, de São Paulo e do Tribunal do Trabalho
O que não aparece nesse documento é telefone e email. Só nome, CPF e a qualificação da pessoa. Guardem esse detalhe: ele volta na seção 04 e pesa mais do que parece.

02Pegar esse dado não custa nada

Achei a fonte oficial e já conectei nela pra confirmar que funciona.

O CNJ publica tudo isso de graça, num lugar só

O Conselho Nacional de Justiça juntou as publicações de todos os tribunais do país no Diário de Justiça Eletrônico Nacional, com acesso livre e gratuito. Conectei, funcionou, e a busca devolve exatamente o que interessa: editais de leilão, intimações e processos de imissão na posse.

Existem empresas que cobram de R$ 800 a R$ 2.000 por mês pra vasculhar diário no seu lugar. Como dá pra ir direto na fonte oficial, esse custo simplesmente não existe aqui. Sobra só a infraestrutura, que a Altavance já opera.

03Quantos registros saem por mês

Essa é a pergunta que decide se existe negócio, e a resposta surpreende.

É fácil calcular o tamanho de um negócio assim de trás pra frente: imaginar um preço, imaginar quantos clientes, multiplicar. Só que isso não diz nada se não souber a coisa mais básica, que é quantos arrematantes realmente aparecem por mês em cada estado. Então eu fui contar, numa janela de sete dias:

Tribunal Publicações medidas
em 7 dias
Publicações por mês
projeção
Quantas viram lead
arrematante com nome
São Paulo2.238~9.600a medir
Paraná797~3.400a medir
Minas Gerais389~1.670a medir
Rio Grande do Sul73~313a medir
Goiás10~43a medir
Leiam este bloco antes de usar os números acima

Esses números são publicações, não leads e não dinheiro

Os 9.600 de São Paulo são publicações no diário que citam arrematação, contadas por mim. Não é quantidade de clientes em potencial e muito menos faturamento.

Boa parte dessas publicações é edital de pré-leilão e intimação, documentos que não trazem comprador nenhum. Só uma parte é auto de arrematação com nome de arrematante, que é o que interessa.

Quanto dessa massa vira lead de verdade, eu ainda não sei, e não dá pra descobrir sem ler os textos um a um. É exatamente o que a primeira lista manual vai revelar, e é por isso que ela vem antes de qualquer outra coisa. Prefiro deixar a lacuna à mostra a preencher com chute.

O que esse número significa

O mercado inteiro cabe em três estados

São Paulo sozinho tem 220 vezes o volume de Goiás. Fora de São Paulo, Paraná e Minas, não existe registro suficiente pra sustentar uma entrega semanal, muito menos uma assinatura mensal.

Na prática: não dá pra vender Goiás pra ninguém, porque não tem o que entregar lá. Um produto que só existe em três praças é um negócio de nicho, não uma plataforma nacional. Isso não impede de existir, mas define o tamanho da conversa desde agora.

04Duas regras limitam quem pode comprar

Nenhuma delas é opinião minha. As duas estão em lei e valem pra nós três.

Regra 1 · OAB

Advogado não pode comprar lead

O Estatuto da Advocacia, artigo 34, inciso IV, diz que angariar ou captar causas, com ou sem auxílio de terceiros, é infração disciplinar. A pena vai de censura até suspensão.

Aquele "com auxílio de terceiros" descreve exatamente o que a gente estaria vendendo. E ficou uma dúvida que eu não consigo responder sozinho: a assessoria de regularização precisa entrar com imissão na posse, que é ato processual e exige advogado. Então ou ela tem advogado atrás, e a regra pega igual, ou ela está fazendo algo que também tem problema. Vocês sabem isso melhor que eu, e é a primeira coisa que eu perguntaria numa dessas conversas.

Regra 2 · LGPD

Público não quer dizer livre

O dado do processo é público para cumprir a publicidade dos atos judiciais, não para virar base de prospecção. Usar para outra coisa tem nome na lei: desvio de finalidade. A ANPD já multou empresa por comercializar telefone de pessoa física sem base legal.

Aqui entra o detalhe da seção 01. O risco muda de tamanho conforme o que a gente entrega. Repassar o que já está publicado no diário é uma coisa. Comprar telefone de fornecedor de dados e vender pra alguém ligar é outra, bem mais pesada, e é justamente esse segundo caso que já foi punido. Essa diferença é o que torna o teste abaixo possível sem expor ninguém.

05O teste que eu proponho

Três passos, duas semanas, e nenhum dos três custa dinheiro ou cria risco.

Tem uma pergunta que nenhuma pesquisa responde: essas assessorias pagam por isso? Não adianta eu construir sistema pra descobrir depois. Dá pra saber antes, na mão, e sem tocar na parte sensível.

01

Vocês conseguem três conversas

O contato que saiu da Valero e mais dois. Isso vem antes de qualquer coisa técnica, porque se as conversas não acontecem, o resto não faz sentido. Sem pressa e sem data marcada: quando rolar, a gente segue.

passo de vocês
02

Eu monto a primeira lista de São Paulo

Só São Paulo, porque é onde tem volume de verdade. Nome, número do processo, comarca e valor do arremate. Nada além do que já está publicado no diário, ou seja, sem comprar contato de ninguém.

meu passo · meio dia
03

Cobra um valor simbólico pela lista

Cinquenta reais, cem reais, o que fizer sentido. O valor não importa, o gesto importa. Pix antes de entregar.

momento da verdade
O critério é Pix, não elogio. Quem recebe de graça sempre acha legal e sempre pergunta o preço por educação. Quem paga cem reais por uma lista tem o problema de verdade. Se ninguém paga cem reais por algo que resolveria um contrato de milhares, a dor não é do tamanho que a gente imagina, e é melhor saber agora.

06Tem um negócio maior aqui do lado

Essa é a parte que eu mais quero conversar com vocês.

R$ 70Quanto vale um lead vendido
R$ 4.000Quanto vale o contrato que ele vira
R$ 3.000Ticket mensal de gestão de tráfego

Com os três números lado a lado, fica difícil ignorar uma coisa: vender lista é a fatia mais fina desse mercado. A assessoria compra um lead por R$ 70 e fecha um contrato de R$ 4.000. E o que ela mais quer, depois do primeiro, é fechar mais dez.

Fazer empresa fechar mais dez é o que eu faço todo dia, hoje para 35 clientes. Nesse desenho a lista deixa de ser o produto e vira a prova: entrego uma lista de graça, a assessoria fecha um caso real com ela, e aí a conversa deixa de ser sobre planilha e passa a ser sobre a operação de aquisição inteira.

Por que isso é melhor pra vocês também

Comissão recorrente rende mais que fatia de assinatura

Vendendo lista, vocês ficariam com parte de uma assinatura de algumas centenas de reais, num produto que existe em três estados e que qualquer um copia.

Levando a assessoria como cliente de serviço, cada uma que vocês apresentarem vira contrato mensal de milhares, com comissão recorrente enquanto durar. E as duas regras da seção 04 saem do caminho: sem vender dado pessoal, sem o problema da OAB. Vocês entram com a relação, que é o que têm de mais valioso, e não com exposição.

07O resumo honesto

Vocês trouxeram a ideia pra mim, então é justo eu devolver o que realmente penso.

O que se confirmou

  • O dado existe e é público, como vocês disseram
  • A fonte é gratuita e eu já conectei nela
  • Tem volume real em São Paulo, Paraná e Minas
  • Tem dor real: o contrato de regularização vale milhares

O que não se confirmou

  • O tamanho: são três praças, não o Brasil inteiro
  • A proteção: qualquer um copia, a fonte é aberta
  • O comprador: parte dele não pode comprar, por regra da OAB
  • Vender contato: é a parte de maior risco e menor margem
Não é um não. É que, do jeito que a ideia nasceu, os números fazem dela um negócio pequeno com risco grande. Do jeito da seção 06, ela fica maior e mais segura pra todo mundo. Prefiro dizer isso agora do que daqui a três meses.

08O que precisa em cada etapa

Resumo de tudo numa tabela só. Cada etapa só começa quando a anterior fecha, e nenhuma delas exige decidir a próxima.

Etapa O que vocês entram O que eu entro Custo Situação
1. Testar se alguém paga a etapa que a gente está
  • Três nomes de assessoria, sendo um o contato que saiu da Valero
  • A apresentação pra essas pessoas
  • Cobrar um valor simbólico pela primeira lista
  • A lista de São Paulo feita na mão
  • Só dado já publicado no diário: nome, processo, comarca e valor
  • E a resposta que falta: quantas publicações viram lead de verdade
R$ 0 Pode começar
2. Entregar de forma recorrentese alguém pagou na etapa 1
  • Trazer mais assessorias do mesmo perfil
  • Dizer o que faltou na primeira lista
  • Automatizar a coleta, que hoje é manual
  • Entrega semanal por planilha, sem sistema ainda
~R$ 150/mês Depende da 1
3. Incluir telefone e emailsó se os clientes exigirem
  • Confirmar que a assessoria realmente precisa disso, e não só do nome
  • CNPJ e parceria com fornecedor de dados
  • Advogado de proteção de dados pra montar a base legal antes de qualquer entrega
Honorário
de advogado
Travada até a base legal
4. Virar empresa de verdadesó se a 2 ou a 3 der certo
  • Decidir junto o formato: sociedade ou comissão
  • Empresa separada da Altavance
  • Contrato dizendo quem responde pelo quê
  • Política de privacidade e canal pra quem pedir os dados de volta
Contador
e abertura
Longe ainda
A regra que vale pra tabela inteira: a etapa 3 é a única que mexe com dado sensível, e ela está travada de propósito. Enquanto a gente ficar da etapa 1 à 2, estamos repassando o que o próprio Judiciário já publica, sem comprar contato de ninguém. É o que permite começar rápido e sem risco pra nós três.
Se for pra guardar uma frase

Hoje falta uma coisa só: os três nomes

Todo o resto da etapa 1 é comigo e já está pronto pra rodar. Nada de dinheiro, nada de contrato, nada de decisão de sociedade. Três conversas, no tempo de vocês, e a gente descobre junto se isso vira negócio.

Me digam os três nomes que eu faço a primeira lista.

Não precisa decidir modelo, sociedade nem divisão agora. Precisa de três conversas com gente que tem o problema, no tempo de vocês.

Eu levo a lista de São Paulo pronta, sem custo pra vocês, e a gente ouve junto o que essas três pessoas dizem. São elas que vão decidir se isso é lista, se é serviço, ou se não é nada.

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